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Com o processamento de mais de 96,8 milhões de inscritos para o recebimento de R$ 600 a título de auxílio emergencial em decorrência do cenário atual, o ministro da Cidadania , Onyx Lorenzoni se pronunciou informando a respeito das rejeições, em torno de 32,8 milhões de pessoas, cujo CPFs foram analisados pelo sistema e considerados inelegíveis, segundo os requisitos pré-estabelecidos. O programa orientou a respeito de quem poderia se cadastrar, entretanto, alertou os cidadãos quanto à regularidade do CPF perante a Receita Federal.

         A Receita Federal tem adequado o sistema de banco de dados de modo que, as informações do contribuinte, advindos de diversos locais, seja empresa onde trabalha, INSS, FGTS,  Detran, Cartório, Bancos entre outros, sejam concentrados em seus servidores. Ao estabelecer restrições para o acesso ao auxílio, precisou de um sistema capaz de realizar a busca de informações cruzando-as ao que o solicitante informou ao preencher o cadastro, o que possibilitou a verificação de informações que divergiram com o que o servidor possui, dentre elas, o registro em carteira, recebimentos de pensão e aposentadoria, e declaração de imposto de renda com valor que ultrapassou o estabelecido.

Neste contexto, não é correto informar que todas as rejeições tenham sido apenas pela identificação da dados que não coincidem, visto que, o sistema ainda está verificando as solicitações, porém, quem teve o seu pedido negado, e não concorde, poderá realizar um novo pedido.

 

Fonte:  Agência Brasil

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